quinta-feira, 29 de abril de 2010

ON THE ROAD - PHOTOS!

So, enjoy it!

Bruno arrivingTotens - Stanley ParkDowntown Vancouver from Stanley ParkVictoria e ParlamentoEu, Bruno e JenEmpress Hotel (a única foto com luz legal o idiota aqui me deixa um bus passar na frente)Minha fotógrafa favorita"Com with me, Godzilla""Hi Jen. Wanna catch a movie with me?"Walking on Lake LouiseFairmont Chateau Lake LouiseLake LouiseMore Lake Louise (dark photo)O truck que eu alugueiFriiiioSentadão no GlacierParque com falls e rio que esqueci o nome

ON THE ROAD - WEDNESDAY - Apr 28th

• Saímos do Hostel, e o Bruno, muito bem equipado com mapas, nos indica o caminho pra chegar nos glaciers. Indo contrariamente ao que seria a rota mais curta (Lake Louise-Banff-Calgary-Edmonton), seguimos na direção de Jasper e, tcharammm, achamos, após Km e mais Km de nada a não ser rocha, montanhas e gelo, o centro de visitantes. Por CAD$ 51,00 aceitamos o passeio até o meio de um deles;
• Pra explicar, “glaciers” são as geleiras, aqueles maciços de gelo, que existem desde a muito tempo, ficam ali o ano inteiro, mas devido ao aquecimento global etc., estão em vias de desaparecer. Entre outras coisas, eles mostram como era 100, 60, 40 anos atrás, e é chocante como já diminuiu;
• O frio que se sente ali, no meio daquele bloco de gelo monstruoso, é simplesmente enlouquecedor: tanto é que isso é uma atividade de “verão”: no inverno, de novembro até começo desse mês, é impossível chegar lá (a temperatura é impeditiva);
• Estamos embarcando no busão que leva pra outro veículo articulado (esse sim vai no glacier), um casal chega apressado: o motora pergunta daonde são, e vem a descoberta: um casal de brasileiros, de Londrina, mesma cidade do Bruno, viajando de férias. Eita, brasileirada que a gente esbarra em todo lugar... ;
• Seguimos viagem, e ainda encontramos, a caminho e Jasper, umas falls (cascatas, mini cataratas) que são geradas justamente de águas das geleiras. O nome é meio indígena, não consigo lembrar... ;
• Mais um pouco, chegamos em Jasper, cidade pequena, bunitinha, mas com nada pra fazer nesse período já longe do inverno e a meio caminho do verão. Café, gás e mais estrada: chuva e mais chuva, até chegar em Edmonton exatamente 9PM. Uuufaaaaaaaa!

ON THE ROAD - TUESDAY - Apr 27th

• Acordamos cedinho, e seguimos viagem. Próxima parada: o meu sonho desde que cheguei no Canada, o famoso e lindíssimo Lake Louise!!! Mesmo tendo chego um pouco depois do inverno (o bonito é mesmo no verão), aproveitei como nunca e achei tudo muito bonito. Chegamos com neve, e depois o tempo foi abrindo;
• Depois de ter a sensação maravilhosa de andar metros e metros num lago congelado, decidimos andar em volta dele e tentar achar a tal da Tea House de Lake Louise, 4,6Km longe e com vista pro Fairmont Hotel. Não só não encontramos a birosca, como nos molhamos, suamos, enfiamos o pé na neve, e depois de andar um monte em baixo de uns paredões percebemos que, numa época de degelo desses, poderíamos, quem sabem ter sidos atingidos por uma avalanche;
• Conhecemos o Hotel por dentro. Apesar de ter batido muuuitas fotos, muitas delas ficaram escuras, por falta de bateria, sem flash etc. O cara do café nos dá a letra, e vamos tentar encontrar um Hostel. Não sem antes comprar um Hoody bem massa do Lake Louise;
• Chegamos no nosso Hostel, mas muito chique: o mais limpinho e organizado que já fui. Como parecia ser o único lá, eu aceito e ficamos. Nosso companheiro de quarto é um snowboarder muito doido lá, que só dormia. Conhecemos um casal muito legal de Calgary, e eu me ofereço pra casar com a filha de 18 anos deles (quase colou);
• Sem jantar e tomar banho, vamos pro Bar do Hostel (sim, esse tem um bar e tudo), pro Karaokê night. Os babacas não nos chamam pra tocar as nossas músicas;
• Nesse meio tempo, três gordinhas sapecas dão sorrizinhos marotos enquanto eu volto do banheiro. Após 2 pitchers de cerveja muito ruim, elas parecem extramente bonitas. Vou lá, me apresento, e no que estou pronto pra achar a deixa “meu amigo tá la me esperando...”, o Bruno me aparece na mesa! A gente mata um tempo lá, e sumimos assim que uma já dava algumas indiretas bem diretas no Bruno;
• Eu precisava comer, e mesmo extremamente alcoolizado, faço uma sopa de cebolas fritas com uma instantânea que eu trouxe lá; pra acompanhar, pão que um babaca deixou no counter que o Bruno não pensou twice em confiscar – junto com um queijo delicioso;
• Bem alimentados, a ressaca não foi das maiores. Levantamos acampamento, e seguimos viagem.

ON THE ROAD - MONDAY - Apr 26th

• Bruno me encontra pontualmente na Dollar Thrifty pra pegarmos o nosso carro e começar a viagem. O James fala que “I got you a nice car!”, murmura alguma coisa, mas eu ainda estou muito sonolento pra entender, ainda mais em inglês... Ainda acordando com o meu café do Tim Horton´s, me deparo com a nossa máquina: um truck Toyota Rav4 V6 2009! Nada mal;
• Paro no Capilano pra assinar o paper work e pegar minha fantasia ridícula. Primeira parada: Hemlock! Lá chegando, coloco o 1/5 da minha vida (e 100% da minha canadian life) no espaçoso porta-malas e banco traseiro, fazemos alguns sandubas, e pegamos a estrada (não sem antes sentir o cheiro de maconha do John e do Lucas, que puxavam o básica do almoço DENTRO DO BUNK;
• Pegamos a Highway #1, e nessas horas tenho que agradecer ter alguém comigo: eu ia pegando uma estrada errada e o Bruno me corrige. Já vendo muito de uma paisagem muito bacana, paramos em Revelstoke pra dormir;
• Como é sempre o meu desejo, paramos no mais chulé possível. Mas por dentro era muito caprichado. Damos um rolé na minúscula cidade, compramos umas biras e comida, voltamos, encontramos um Jordan canadense muito doido e nosso roommate pra uma noite: um japonês de nome Hiro que tá pedalando 150km/dia, andando, como a gente, um bom pedaço do Canada. Conhecemos ainda dois australianos, que batemos por 2x1 numa melhor de 3 da sinuca;
• Vamos dormir, eu muito cansado por dirigir, mas não o suficiente pra perceber twice during the night o ronco MONS-TRU-O-SO do tal do Hiro. O Bruno disse que teve uma noite horrível. Realmente, pedalar tudo isso por dia deve cansar o cara, hem?!;
• Como represália, eu faço o maior barulho possível quando acordamos de manhã.

Para os que desejarem, é só procurar o Hostel por "Same Sun Hostel", e escolher "Revelstoke", no Google. Recomendamos!

ON THE ROAD - SUNDAY - Apr 25th

• Acordamos meio pregados e baleados. Eu corri pro primeiro Tim Horton´s que eu vi pra catar um café e conseguir acordar. Volto pro Hostel, a Jen fala que quer achar um lugar pra tomar café da manhã (vegetariano, claro);
• Enquanto eu vejo uns e-mails e leio meu AN, eles se mandam na frente. Eu termino e vou pegar minha mala pra fazer o check out das 11AM. Ao passar em frente ao banheiro, me vejo obrigado a fazer o que o Mark um dia em Hemlock classificou como uma “massive s***”;
• Mesmo tendo visto um monte de papel que a usuária anterior do toilet deixou no vaso, eu me lanço na empreitada; Obviously, eu estranhei o fato que logo ao lado do vaso tinha um desentupidor; Furthermore, também estranho o fato de que na porta existe um sinal “se você entupir, desentupa!”. Dou a descarga, e eu vejo que literalmente vai dar merda: no que os primeiros pingos de água caem no piso, eu seguro uma válvula do reservatório com uma mão e me limpo com a outra; a situação é caótica; cato a minha mala enquanto alguns elementos sólidos já atingem o solo, fecho a porta, e me apresento para check my room out com a cara mais lavada do mundo;
• Vamos ao restaurante, e o que de mais interessante eu fiz foi brincar com dois bonecos do Godzilla que decoravam o ambiente. Depois, mais caminhada e passar no hostel (só no basement, NO bathrooms) pra pegar as malas e voltar pra Vancouver;
• Em Van, jantinha (veggie, although amazing!) na casa da Jen, beijinho na buchecha cheinha e rosada dela e vamos pra casa dormir: o melhor da aventura ainda está só por começar!

P.S.: o nome do Hostel vai ser omitido, por razões óbvias...

ON THE ROAD - SATURDAY - Apr 24th

• Eu tenho o meu treinamento na Capilano Suspension Bridge. Após chegar as 7:45 e saber que o treino é 9AM and not 8AM, eu ouço um monte sobre harassement e o quanto que a minha fantasia (sim, eu vou usar uma, e de época ainda) tem que estar limpa etc. Com meia hora de atraso, eu me mando com minha (pesada) mala pro Tsawassen Ferry Terminal;
• Após pegar a novíssima Canada Line, a linha de metro que liga o centro ao aeroporto (manda o Carlito, o Pavan, e todo mundo pra cá, please!), encontro o Bruno e a Jen suficiente pra pegar o Ferry das 3PM;
• Chegamos em Victoria ali pelas 5PM, no nosso Hostel perto das 6PM, e sem que a mandona e lovely Jen pudesse ver um golfinho ou baleia no mar;
• Andamos um monte, batemos uma porrada de fotos, o suficiente pra conhecer o Empress Hotel (Milenaaa, lembrei de ti!!!) e o Parlamento, antes de voltar pro Hostel pra tomar banho e sair de novo;
• Fomos comer sushi a pedido da vegetariana Jen, e de lá partimos pra conhecer um Castelo que tem em Victoria. A caminhada foi enorme, mas até recompensadora;
• Capotei no Hostel.

P.S.: "Who´s Jen?" Uma loura linda e com personalidade forte, no melhor estilo Rod, enfermeira e melhor amiga da namorada do Bruno, natural de Edmonton, vivendo sozinha, carente e desimpedida na inspiradora Vancouver.

ON THE ROAD - FRIDAY - Apr 23rd

• Nos encontramos no consulado brasileiro pra finalmente definir as coisas do Bruno. Vamos pro Canada Place, passamos pela pira olímpica dos Winter Games, e vamos até o Stanley Park. A grande caminhada nos espera;
• Após parar pra ver os totens etc., e com tempo bom, iniciamos os mais de 6Km de caminhada ao redor do parque, e começa a maldita chuva;
• Já bem ensopados e muito cansados, cada um pega o seu busão e se manda pra casa (o Bruno dormia na Jen): amanhã eu tenho que acordar cedo e temos que ir pra Victoria.